sexta-feira, 4 de julho de 2014

Prostitutas, poderão perder espaço para os robôs em 2050.

Tô com CQC contra as drogas .


Considerada a mais velha profissão do mundo, a prostituição – legalizada em alguns países – continua sendo o meio de sustento de mulheres e movimenta um negócio bilionário em todo o mundo, seja de modo claro com boates que são desenhadas para levarem ao sexo ou de modo mais disfarçado, com as garotas de programa. No caso da Europa há casas onde o cliente gasta 10 mil euros – mais de R$ 24 mil – na busca dos prazes proporcionados por belas mulheres, muitas vezes vindas de países com menor potencial econônomico e às vezes através do tráfico humano.
O que poucos consideram são os riscos do sexo casual, por mais controlado que seja o ambiente e cuidadosas que sejam as mulheres que o praticam como profissão. Qual é a saída? Os professores Ian Yoman e Michelle Mars debruçaram-se sobre o assunto, olhando o futuro do mercado do sexo, e chegaram a uma conclusão que pode parecer estranha, mas que faz sentido: o uso de robôs como parceiras sexuais. Na visão deles, por volta de 2050 o mercado sexual, sobretudo o turismo sexual, será atendido por robôs. Eles vem nisso os melhores dos mundos. Do lado de quem busca sexo, a segurança de que não será infectado. Do lado das autoridades, o total controle sobre as prostitutas robóticas.
As cidades, como Amsterdã, que tem um distrito chamado de Luz Vermelha, pois concentra a prostituição, que é legalizada, com a adoção de robôs sexuais poderão controlar o tempo de trabalho, o preço dos serviços e que tipos de sexo será oferecido ao cliente, indo do mais simples ao mais complexo e estranho. Qual a vantagem? A primeira delas é a garantia de sanidade, evitando qualquer tipo de doença sexualmente transmissível. Acrescente-se a isso, segundo os pesquisadores, a beleza e a perfeição física e teríamos as bases para a atração dos humanos para o novo tipo de parceira. O trabalho dos cientistas, chamado de “Robots, Men and Sex Tourism” – Robôs, homens e turismo sexual – foi publicado no jornal Futures. fonte:vila velha

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Mandem seus recados.