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Com medo de serem postos de quarentena ou de contraírem a doença, familiares de vítimas do surto de Ébola na Libéria estão a deixar os seus familiares mortos na rua à vista de todos, reporta o Daily Mail. Nas ruas deste país africano os corpos já sem vida começam a acumular-se à vista de todos e as pessoas seguem as suas vidas ao passar por eles.Tudo porque estas pessoas temem que o sistema de quarentena aplicado pelo executivo liberiano seja o assinar de uma ‘pena de morte’ mais que certa, uma vez que menos de metade das pessoas infetadas sobrevive.
Lewis Brown, ministro da Informação, confirmou estas informações à Reuters, dizendo que “as enfermarias [de quarentena] são vistas como armadilhas de morte. Por isso, as pessoas estão a remover os corpos de suas casas e estão a deixá-los nas ruas”.
Entretanto, o mesmo ministro confirmou que as autoridades locais começaram a proceder à cremação dos corpos infetados com o vírus, tentando evitar que se realizassem serviços fúnebres nos quintais das casas das vítimas.
“Esperamos não ter de fazer uso da força, mas temos de fazer o que for preciso para conseguir restringir o movimento de pessoas para fora das zonas afetadas”, explicou Brown
Fonte: noticias ao minuto

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