Regras para conseguir auxílios-doença e pensões deverão ficar mais rigorosas para conter o prejuízo nas contas públicas. O governo cortará despesas com auxílios-doença e pensões por morte para tentar diminuir gastos em 2015, disse ontem o ministro da Fazenda, Guido Mantega. O pacote de medidas para fechar o rombo nas contas públicas -que até setembro era de R$ 15,7 bilhões- afetará também o seguro-desemprego e o abono salarial do PIS, pago a trabalhadores que ganham, em média, até dois salários mínimos. Segundo Mantega, o país precisa fazer ajustes para se preparar para voltar a crescer. “Temos que fazer uma redução importante das despesas que estão crescendo, no caso, o seguro-desemprego, o abono e o auxílio-doença. Esses três representam uma despesa de cerca de R$ 70 bilhões ao ano.” (Fonte: Rede Brasil)

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