quinta-feira, 1 de maio de 2014

Criança de 9 meses morre vítima de calazar em Itaberaba

Tô com CQC contra as drogas

As autoridades de saúde estão em alerta na cidade de Itaberaba devido ao surto do calazar, doença que já registrou 6 casos no município.

acsSegundo informações, nos últimos dias duas pessoas foram infectadas no bairro Campo do Governo e estão em tratamento em Feira de Santana. No bairro da Roda Viva, uma pessoa também foi diagnosticada com a doença e outra no bairro da Consic  e seguem em tratamento.
Dois casos de morte foram registrados em Itaberaba, Uma das vítimas era moradora da cidade de Lençóis e estava em tratamento em Itaberaba, a segunda vitima fatal era uma criança de apenas 9 meses de idade, moradora do bairro Alameda das umburanas.
                      

                             Foto: Acs Itaberaba
A leishmaniose se apresenta de dois tipos: visceral, enfermidade grave e a úlcera de Bauru, doença endêmica da Amazônia.
O calazar canino pode se apresentar de diversas maneiras, mas os principais sintomas são: queda do pelo, aparecimento de feridas no focinho, orelhas, rabo, unhas longas e emagrecimento do cão. Então o animal fica numa situação que você percebe que ele está doente.
O diagnóstico precoce é importante e é realizado com a visita de um agente de endemias em sua residencia onde realizará um exames rápido para detectar a leishmaniose. O resultado preliminar sai em 15 minutos. Dando positivo, uma coleta de sangue é agendada para confirmação em laboratório.
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Em apenas 15 minutos é possível saber se o animal está infectado – Foto: Acs Itaberaba
O exame de contra-prova é necessário, pois, há muitos animais com a sorologia positiva, porém não têm a doença.
Ações de prevenção estão sendo desenvolvidas para evitar a propagação do calazar em Itaberaba. De acordo com Deivison Almeida, em pronunciamento em programa de rádio, afirmou que os agentes farão a pulverização em todas as residencias dos bairros acometidos pela doença para eliminar possáveis focos.
O Ministério da Saúde não reconhece nenhum tipo de tratamento para animais infectados e adota apenas a eutanásia como medida. Restando apenas aos proprietários de animais domésticos, adotar medidas preventivas contra o mosquito transmissor.

É praticamente impossível acabar com o mosquito transmissor, mas é preciso combatê-lo. Para isso, devem ser tomadas medidas sanitárias corriqueiras, como não acumular lixo em casa ou jogá-lo em terrenos baldios. O lixo atrai “mosquitos” e é na matéria orgânica que eles se reproduzem. Além disso, é preciso afastar o flebótomo dos animais. Sem a picada, não há transmissão da leishmaniose.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) indica o uso de coleira repelente a base de deltrametrina 4% em cães que habitam em regiões endêmicas da doença, ou que costumam freqüentá-las. A coleira é específica para afastar os “mosquitos” dos animais, impedindo a contaminação. Deve ser utilizada durante todo o tempo, e trocada a cada seis meses para que a proteção seja eficiente. Existem outros repelentes, na forma de talco, spray e gotas, que agem de forma similar, porém eles possuem período de proteção menor.
(Itaberaba Notícias) barriga noticias - CQC da Bahia

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